De acordo com dados disponíveis no Perfil da Indústria Brasileira, da CNI – Confederação Nacional da Indústria, o setor é um dos protagonistas da economia nacional: emprega 20,2% de trabalhadores, contribui com 20,9% do PIB (Produto Interno Bruto) e participa de 70,1% nas exportações de bens e serviços.

A indústria, que abarca diversos setores tais como alimentos, veículos automotores, máquinas e equipamentos, produtos de metal, obras e infraestrutura, mesmo em momentos desafiadores, não para. E em virtude da complexidade das atividades desenvolvidas em cada um desses setores, a atenção à saúde e segurança é constante.

São milhões de trabalhadores expostos diariamente aos mais variados riscos ambientais, como ruído, poeira, produtos químicos e radiações não ionizantes, por exemplo. Na higiene ocupacional, a premissa é que os riscos advindos da exposição ao trabalho sigam uma ordem de proteção. São as conhecidas Hierarquias de Controle:

1º) serem tratados inicialmente em sua fonte,

2º) no ambiente ou percurso de exposição,

3º) no trabalhador.

E em cada ramo da indústria, assim como em qualquer outro nicho do mercado há particularidades que precisam ser cautelosamente estudadas pelos profissionais da Engenharia de Segurança e Medicina do trabalho. Afinal, são estes especialistas com seus equipamentos, e baseados em normas e diretrizes, que possuem autonomia para determinar com precisão os riscos existentes em cada posto de trabalho.

E é por meio desses dados que as indústrias determinam as medidas de segurança para seus trabalhadores, prestadores de serviço e visitantes. Estas medidas protetivas vão além do fornecimento de um ou mais EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). Ou seja, é preciso tratar cada risco levantado e inserido no PPRA  (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) e  no PCMSO  (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) e a partir daí, desenvolver um cronograma de ações que inclui a definição de proteções coletivas, individuais, controle da saúde ocupacional, treinamentos, acompanhamento de áreas críticas, melhorias de processos, entre outras medidas.

Por isso, a maioria das empresas conta com um time de profissionais do SESMT (Serviços Especializados em Saúde e Medicina do Trabalho), capaz de tratar as minúcias de cada operação e pôr em prática as melhores práticas para a prevenção dos riscos e promoção da saúde e segurança dos colaboradores.  E cabe a esses membros do SESMT exigir também das empresas prestadoras de serviço, visitantes e parceiros comerciais, que sigam à risca as medidas de proteção adotadas em sua empresa.

Além dos documentos comprobatórios de vínculo empregatício entre o colaborador e a prestadora, são demandados laudos, comprovantes de fornecimento de EPI, de treinamentos, de operação de máquinas e equipamentos, exames específicos, bem como PPRA e PCMSO atualizados.

Léa Mendes, é a Gerente do NOC – Núcleo Ocupacional, responsável pelo time que cuida dos colaboradores dentro e fora da Orguel: “os profissionais desenvolvem um trabalho de estudo dos riscos ocupacionais, identificação dos perigos dentro de uma planta industrial, para que possam reduzi-los ou neutralizá-los, através de proteção individual (EPI) ou proteção coletiva, seguindo todas as determinações das Normas Regulamentadoras e da organização. Tais cuidados são extensivos a nossos clientes para que as atividades de locação de equipamentos possam ser realizadas com todo cuidado e segurança dos envolvidos, proporcionando confiança para todos!”.  A Engenheira de Segurança lidera uma equipe de Técnicos de Segurança e do Meio Ambiente, além de coordenar as consultorias que prestam serviço de medicina e segurança ocupacional.

Além de Léa, a Orguel possui uma outra área de suporte a clientes e particularidades de contratos industriais, a SPE. A área de Suporte a Projetos Especiais recebe as mais diversas solicitações, que abrangem dentre outros documentos, estatuto social, certidões, comprovantes de vínculo entre trabalhador e empresa, documentos de Segurança do Trabalho, questionários etc.

Érica Hernandes é a Coordenadora da SPE e busca atender às solicitações dentro do prazo, a fim de assegurar que a obra ocorra sem atrasos e com a máxima segurança. Isso porque, muitos projetos envolvem a montagem e assistência técnica especializada da Orguel nas instalações do cliente.

A preservação da saúde dos trabalhadores é um compromisso cada vez mais atual, para que, cada vez menos industriários tenham a sua integridade física e mental comprometidas em virtude do exercício do seu ofício. Para se ter uma ideia, de acordo com a mesma pesquisa da CNI, a indústria só perde para o setor de serviços, no que diz respeito à quantidade de empregos formais.

A Orguel está pronta para atender os desafios da indústria, com soluções completas em estruturas e máquinas, que vão de acordo com as particularidades de cada negócio. Entre em contato e solicite um orçamento.

 

Fonte:  Perfil da Indústria Brasileira – CNI

Disponível em: https://industriabrasileira.portaldaindustria.com.br/#/industria-total